
A pesquisa, conduzida por acadêmicos da Universidade de Pisa, na Itália, e da Universidade de Strathclyde, na Escócia, utiliza tecnologia avançada de radar para investigar a área sob as pirâmides, revelando o que é descrito como uma enorme rede subterrânea que se estende por mais de dois quilômetros (1,2 milhas) abaixo das estruturas.
O estudo, liderado por Corrado Malanga e Filippo Biondi, utilizou tomografia por Radar de Abertura Sintética (SAR), uma técnica sofisticada de imagem que integra dados de satélite com leituras sísmicas.



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